March 6th, 2010

Misguided ghosts

I'm going away for a while
But I'll be back, don't try and follow me
'Cause I'll return as soon as possible
See I'm trying to find my place
But it might not be here where I feel safe
We all learn to make mistakes

And run
From them, from them
With no direction
We'll run from them, from them
With no conviction

'Cause I'm just one of those ghosts
Traveling endlessly
Don't need no road
In fact they follow me

And we just go in circles

Well Now I'm told that this is life
And pain is just a simple compromise
So we can get what we want out of it
Would someone care to classify,
A broken heart and twisted minds
So I can find someone to rely on

And run
To them, to them
Full speed ahead
Oh you are not, Useless
We are just

Misguided ghosts
Traveling endlessly
The ones we trusted the most
Pushed us far away
And there's no one road
We should not be the same
But I'm just a ghost
And still they echo me

They echo me in circles

Posted by Amelie at 08:40 PM | 1 comments

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It´s not a bad feeling anyway. Much better than superficial relationships or false promises.

I´m on my way.

 

Posted by Amelie at 04:44 AM | Add a Comment

March 3rd, 2010

Save the last dance.

Será que o meu desabrochar é para dentro? Não consigo pensar em nada lá fora. Não consigo imaginar qual lugar seria o ideal. Não consigo pensar em nada a não ser tudo o que acontece aqui dentro. A não ser a solidão. Pensava ser solitude a melhor palavra para descrever, tão tola. Solidão é a palavra certa, tão ão, imensa, desconhecida, vasta. Difícil explicar. É aquele segundo de quietude que vem com uma madrugada de dia de semana após horas lendo antes de apagar a luminária. É o último gole da taça de vinho na sala vazia. É o vento rasgando a pele num dia de chuva onde se insiste em correr sozinha com o tempo fechado. É esperar a chuva vir e entender que ela só vem quando o tempo quer. E a gente sempre querendo fazer o tempo, não vemos que ele só se faz melhor quando se faz sozinho. Tanto quanto a vida. É ter esperança. É ver aventura nas pequenas coisas. É ver aviso no arco-íris. É sonhar com ele depois de tanto tempo, seus traços tão imperiais, a tez tão macia. É ter medo de não superar. Como fui deixar tudo tão pra trás? Eu ainda sinto o cheiro do sonho. Eu o abraçava com tanta força, fechava os olhos e sentia junto com o cheiro ao respirar uma sensação de completude, do tipo "ele está aqui, finalmente". Sempre tão imponente, tão bonito. Apesar de ser um sentimento de peso, fico feliz pela lembrança, por estar tudo tão bem guardado no inconsciente depois de tantos anos.  Sempre foi ele, e aquela sempre fora o meu mais eu. Tantas vezes tentei dizer adeus aqui dentro, tantas vezes me entreguei de novo. Mas eu sei no fundo, que o meu destino é o passado e sua consequente solidão. E fico bem aqui sozinha, parece que meus gritos fazem eco de tanto deserto. Os abismos ainda existem e eu caminho à beira vendo as pequeninas pedras espatifarem antes de chegar ao chão. O vento é tão forte que se viro sem aviso me sinto cortada até o fundo da carne. É vida. Estranho as peças se encaixando e o mundo rodando tanto. Cada pequeno cristalzinho flutuando no ar, cintilando com as pontadas de luz que os fazem mudar de cor. Tudo tão vivo. E eu sempre danço com os movimentos mais inusitados. Salve a última dança como dizem. Parece sempre a última. Um dia vai ser. E vai ser o dia mais feliz e triste ao mesmo tempo. E quando chegar a hora, estarei pronta, é uma certeza. Já estou. E como é bom lembrar, eu não tenho medo.  

Posted by Amelie at 01:19 AM | 1 comments

February 26th, 2010

Open heart.

You don´t know how long I waited for you.

Posted by Amelie at 01:41 AM | Add a Comment
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